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17 de março de 2026
Texto escrito por Michelle Prazeres em parceria com Bruno Andreoni para a Coluna VivaBem | UOL Em geral, temos uma...
15 de julho de 2025
 ‘Trazer de volta’: é isso que significa o termo ‘relatio’, origem da nossa palavra “relação”, em latim. Ela também quer...

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16 de junho de 2025
Já parou pra pensar que o fato de sermos bípedes nos possibilitou desenvolver um outro modo de aprender com o...
17 de março de 2025
Nossas mãos contam histórias. Elas trazem linhas de leitura, trazem espaços para adereços, fazeres e afazeres. São símbolos de uma...
7 de março de 2025
Falar sobre nós, seres humanos, é falar sobre o que nos diferencia de todos os outros reinos. É trazer para...
27 de fevereiro de 2025
Que sentidos atribuímos aos nossos fazeres? O que esses sentidos revelam sobre nossa conduta, nossos desejos, nossas relações e expressão...
17 de dezembro de 2024
Ano chegando ao final e um olhar para onde caminhamos. E quando olhamos para esse caminhar percebemos quão desafiadores foram...

Inspira

Ensaios, estudos, pesquisas de um mundo feito à mão.

O BORDADO NA FOTOGRAFIA
Os três textos que se seguem aqui são camadas de um aprendizado que vivencio na prática desde 2018, quando comecei a organizar experiências de bordado em fotografia junto com o grupo SP Feita a Mão, e que compartilho agora.

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Apoie o movimento

O movimento da Revolução Artesanal tem muitas ações que precisam de apoio financeiro para existir e se sustentar.
O conjunto destas ações é a expressão do movimento que cria futuros, que cria terrenos possíveis para a materializações deste mundo feito à mão.

ARTESANAL - MANIFESTO

As mãos como ponte dos afetos de dentro para fora
dão forma ao pensamento, à singular expressão.

O artesanal mobiliza o que há de mais humano em nós:
imaginar, criar e fazer,
dar sentido às emoções, memórias, relações,
dar formas, cores, sabores, funções,
dar movimento e beleza.

Nosso ativismo artesanal acontece no “fazendo”:
no olhar sobre e para o mundo,
na escolha de como consumimos e ocupamos o mundo,
na valorização do pequeno, do local e do autoral,
no manejo do corpo com as ferramentas e os materiais,
no aprendizado com o erro, a repetição e o tempo do fazer,
no contato com a natureza e nossas raízes artesãs.

É no “fazendo” que nos colocamos
corajosamente em atrito com o nosso fazer;
é no “fazendo” que transformamos
as coisas, a nós mesmos e o mundo para,
aos poucos,
reacender a sabedoria que está dentro de nós,
de cada um de nós,
de nossa ancestralidade e
do que queremos criar com sentido neste mundo.

Por um mundo feito à mão, um mundo feito por nós!